A Sema informou ontem ter aplicado R$ 50 milhões em multas por queimadas ilegais em Mato Grosso, nos últimos 2 meses. Muito bem. Mas, garante que vai receber todos os valores ? Será interessante que o órgão ambiental informe a sociedade o montante de multa aplicado ano passado, em 2009, e quanto o governo recebeu ! Nem sempre, grande multas representam solução do problema. É preciso uma política muito mais eficiente para, ano que vem, Mato Grosso não ficar, novamente, sufocado com tanto fumaça.
A novela da 'folga facultativa, ou, ponto facultativo continua. E o Judiciário de MT, neste caso mais recente, tá puxando a fila. Segunda-feira (6 setembro), dia normal de trabalho, será ponto facultativo na justiça. O governo estadual logo entrou na sequência, bem como a Assembleia. Certamente, parcela expressiva de prefeituras, câmaras e, evidente, vai acompanhar a mesma decisão. Quer ver ? Não vai ser preciso esperar muito. No comércio e indústria, demais empresas da iniciativa privada, segunda-feira é dia absolutamente normal de trabalho. E muito trabalho.
Silval tem 2ª feira audiência com ministro dos Transportes. Vai cobrar cronograma para concluir obras do aeroporto Marechol Rondon. É o "passo fundamental" para viabilizar a Copa das Confederações em 2013. E o cronograma e ritmo das obras anda preocupando.
O fotógrafo Guilherme Filho foi agredido, em Cuiabá, e ficou sem sua câmera quando fazia fotos de ato político da coligação de Mauro Mendes. Ele trabalhava na campanha de Silval. Guilherme denunciou que foi agredido por seguranças, teve flash da máquina quebrado e a câmera foi levada por um suposto segurança. Fotógrafo em Mato Grosso há 30 anos, Guilherme disse que jamais passou por situação humilhante como esta. Será que Guilherme fotografou algo de grave que estão tentando esconder ? Uma das imagens da agressão mostra Mauro e demais candidatos passando em um carro e vendo os seguranças dominando o fotógrafo.
A descoberta de jazidas de minério de ferro e fosfato é uma ótima notícia para a economia de Mato Grosso. O setor do agronegócio será um dos mais beneficiados com fosfato sendo industrializado no Estado. Só no cultivo de grãos, a Famato calcula que deixarão de ser gastos R$ 400 milhões/ano. A jazida de minério é, segundo o governo estadual, 3 vezes maior que a de Carajás, no Pará. A área onde estão as riquezas são particulares e um dos sócios seria o banqueiro Daniel Dantas. Agora, começa o processo legal para definir como será feita a exploração e por quem.
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